O BRASIL NÃO PODE DEIXAR
DE TER EM SUA MEMÓRIA, NUNCA,
essa
figura extraordinária,
esse sábio, considerado por
Einstein,
quando declarou e escolheu: que
para ele, - MÁRIO SCHENBERG,
fazia parte dos
dez maiores FÍSICOS DO
MUNDO.
Essa Figura Extraordinária
tem de ser guardada com carinho
pelo nosso Brasil,
PEDINDO, ESSE ÚLTIMO,
DESCULPAS E MUITAS
DESCULPAS,
PELAS PRISÕES E PERSEGUIÇÕES
QUE SOFREU.
> Foi necessário à
comunidade Científica do Mundo
pressionar a sua libertação.
Nós,
que estamos acostumados a ver tantos nomes que,
nem
mesmo sabemos, como pode ter virado nome
de
Rua,
Nome
de Avenida,
Nome
de Estrada,
Nome
de Viaduto.
Pessoas
absolutamente incompetentes,
sem
nenhuma expressão,
quer
cultural,
quer
social,
quer
de cidadania.
Ruas,
Avenidas com o nome de suas mães ou pais,
que
NADA representam para a Cidade ou País.
Que
com certeza, alguns desses pais deram,
infelizmente,
-
sem terem culpa, acredito,
uns
ESTROPÍCIOS
para
nosso meio.
Esse sim,
não podemos ESQUECER em nosso País
e em nossas escolas.
Para todas as crianças e em
todos os níveis educacionais. Figuras ilustres,
do Porte e do Tamanho de
MÁRIO SCHENBERG.
Tive o prazer e a honra de
tê-lo,
inicialmente,
como admirador de minha
pintura.
Com a convivência,
passei a considerá-lo
meu amigo.
Estive várias vezes em sua casa
e ele na minha.
Teve a delicadeza de escrever
no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas, do Ministério de Educação e
Cultura, Carlos Cavalcanti, algumas observações sobre o meu trabalho,
que muito me envaideceu.
(abaixo transcrevo).
A seu respeito
escreveu Mário Shenberg
Jura
– Desenhista e Pintor. “(...) diversas exposições coletivas e individuais.
“Jura – (...) tem causado perplexidade e apreciações incorretas pelas
influências do expressionismo, da pintura mexicana e da arte fantástica na sua
pintura bastante complexa, mas dotada de uma vitalidade característica.
Ele
tem condições para se tornar uma figura
expressiva de uma nova pintura latino-americana marcada por uma peculiar
combinação de vivência político-social com um senso telúrgico e cósmico.
Reencontramos
em Jura o telurismo de um Di Cavalcanti, associado a uma abertura mágica, e à
sensibilidade para os problemas sociais e políticos fundamentais da América
Latinas em busca de sua libertação cultural, social e econômica, que
caracterizou a arte dos grandes mexicanos e a de Portinari"

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