Professorinha.
Páscoa!
Data das Revelações
Reveladas...
Data das Surpresas presentes no
seu acontecer.
Há uma página neste blog,
creio dia da
mentira que;
o “Povo acordou feliz”.
“Hoje, cometo o pecado da
exclusividade e do egoísmo, ao dizer:
“Hoje acordei Feliz!
Recebo um presente de difícil
perder.
Cleonice Berardinelli,
vendo
sua imagem,
ouvindo sua voz e
sua extraordinária memória.
O que pensar?
Criatura, revelando em seu
falar,
tanta poesia e saber que fiquei a me perguntar...
Que fada madrinha a
protege...?
Com certeza uma fada terá - dizia eu!
- Sim.. Descobri - não uma, mas duas;
Deusas protetoras:
Acabou por revelar-se que sim,
foi por essas duas deusas, contemplada, e
... querida;
... sempre foi e será ...
Hígia,
Da bela e perfeita imagem
de notável saúde;
da bela e perfeita dicção em seu falar;
do gracioso e risonho sorriso em seu revelar.
Calíope - desta
recebeu o agasalho do mais puro brocado.
Trabalhado, não em fios de ouro,
mas fios da mais bela poesia.
Não sei se versos faz,
* se assim for,
* diferença não faz;
* poetiza é seu existir em todo seu viver;
* completeza está em todo seu ser.
Quem sabe um dia...!
No renovar de um presente,
mesmo que por um minuto seja,
apertar sua mão?
Quem não gostaria de ter esse
minuto?
---...---
Nesse presente de páscoa
recebi, também,
a lembrança, já um pouco
esquecida,
cantada e sentida
pela sua linda voz:
Alma
Minha Gentil, que te Partiste
Alma
minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento Etéreo, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente,
Que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
Algũa cousa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,
Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento Etéreo, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente,
Que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
Algũa cousa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,
Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"
---...---
“Como é por dentro
outra pessoa
Quem é que saberá
sonhar?
A alma de outrem é
outro universo
Com que não há
comunicação possível,
Com que não há
verdadeiro entendimento.
Nada Sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são
olhares,
São gestos, são
palavras,
Com a suposição de
qualquer semelhança
No fundo”
Fernando Pessoa
---...---
Toda
a poesia - e a canção é uma poesia ajudada –
reflete
o que a alma não tem.
Por
isso a canção dos povos tristes é alegre
e
a canção dos povos alegres é triste.
Fernando
Pessoa
---...---
Adoro o Silêncio - por que?
“Existe no silêncio,
uma tão profunda
sabedoria que às vezes
ele se transforma na
mais
perfeita resposta.”
Fernando Pessoa
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