Linhas
tão tenras a separar os dois.
Quando
a olhar nosso passado e presente, podemos ver e sentir, como ao admirar um imã,
em suas forças negativas e positivas.
A lembrar às forças do Bem e do Mal.
Nessa
dualidade pode estar o equilíbrio de toda a natureza (?)
Não
se levando a discutir as razões do consciente ou inconsciente, emanadas que
levam a tal.
Com certeza estas, serão sempre bem-vindas, em todo seu fazer.
Diz
a mitologia, ser essa a morada do amor em toda sua plenitude.
Ao
ver seres humanos que trazem consigo a generosidade e compaixão com seus semelhantes, com o carinho
com nossos animais e a comunhão plena com a natureza - estes sim, com certeza, vieram
dessa morada.
A humanidade, a afabilidade,
a compaixão fraternal para com os desvalidos,
acabam sendo o melhor remédio
Sem compaixão, o homem é como uma besta.
Mesmo que você seja severo consigo mesmo, seja
Misericordioso com outros
A humanidade, a afabilidade,
a compaixão fraternal para com os desvalidos,
acabam sendo o melhor remédio
Sem compaixão, o homem é como uma besta.
Mesmo que você seja severo consigo mesmo, seja
Misericordioso com outros
O Intendente Sancho - (Filme)
Grandeza
que se reflete na sua maior expressão.
Ao repartir, seu pequeno alimento:
...UM EM DOIS...
Agasalhar
aquele que sente frio físico.
Agasalhar
aquele que sente o frio em sua alma com o abraço apertado.
Esse
não é meu inventar, é a realidade.
Em
outra extremidade de nosso imã,
podemos ver com tristeza...
NÃO nomeá-los como
criaturas humanas,
mas sim, como
“COISAS”
Saíram
da morada de Tártaro.
Vez
ou outra assistimos perplexos, estas “coisas” – filhos de Tártaro, por puro
prazer e demência, derramar sobre pobres criaturas - moradores de rua - álcool e
o terrível fogo!
Quanta
monstruosidade;
É
tudo muito mais que podemos imaginar e ver.
Crime
hediondo! Como é possível, por mais que
nossa razão procure a razão, compreender tamanha barbárie, nessa execução de criaturas
por esses Tártaros
Sei
que estou sendo cansativo e insistente nesse meu falar, contudo, não posso
deixar de repetir e repetir, até a exaustão...
essa monstruosidade.
Moradores
de rua, criaturas infelizes e despojadas de todos os pequenos bens materiais.
Despojadas de um pouco mais de carinho.
Do Alimento para seu Corpo e sua Alma.
Recebem,
com certeza, o terrível castigo de sofrer o inferno de Tártaro, no seu morrer.
Essas
“coisas” quando descobertas recebem o castigo de um pito na delegacia. Isso,
geralmente por ter a idade de dezessete anos e onze meses de idade. E, assim, seguem
seus caminhos para novas maldades.
Afinal
os queimados, descarnados, só serviam mesmo para atrapalhar. Molambos, sujos, mefíticos, cheirando a pinga,
rebotalho pronto para o descarte.
Nessa
trágica noite, podíamos ver um céu povoado de estrelas a cintilar.
A lua em seu brilho fulgurante.
Quanta
beleza havia...
Sendo quebrada por bestial cena.
Sendo quebrada por bestial cena.
As
estrelas aos poucos foram se apagando;
A noite ganhou o sombrio e o vermelho de Tártaro
A
lua perdeu seu brilho;
Um
enorme silêncio se fez;
Todos os seres vivos foram como transformados em estátuas congeladas...
Triste
foi ver a Deusa do Amor
em seu chorar...
Dizem que esse é o aprendizado
do homem para o seu
crescer!
Contudo, não podemos negar, e afirmar:
Que nossa escola
primária está muito deficiente...
Nesse aprendizado de
séculos
não conseguimos, ainda,
passar para o segundo estágio,
Com certeza, ainda
inócuo.
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