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Máscara, o desejo do sentir e ver;
Sentir e ver, estar com a nossa
parceira nessa dança frenética,
Nesse turbilhão - A girar... E
girar... - como o girar das estrelas,
Corrupiar e rodopiar nessa dança
paradisíaca.
Volúpia de um rodar sem fim.
Nesse rodamoinho sem fim... - com
ela em meus braços,
nesse louco carnaval.
Nesse mundo de fantasia na sua mais
exuberante beleza e alegria,
Desejamos - sim - que nunca mais se
acabe.
Máscara! - encontrarmos o
mistério que esconde atrás de si,
Máscara! - mistério de fé, na
esperança do despertar – o amor desejado,
Amor, onde se entrelaçam
- a beleza
do amor platônico
com o amor da paixão do “carnis levale”
– chamado,
também, pela inverdade, de Amor Pecado.
*Ora...!
Ora...! Amor Pecado!
*Quem isso inventou?
*Quisera eu
- desfrutar e ser pecador...
- pelo, sempre, desse amor Pecado.
Lembrança
que trás Saudade...
Saudade que
trás Lembrança...
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