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O QUE MAIS QUERER?
Alegria e emoção ao ver pessoas queridas.
Ver pessoas sorrindo e crianças brincando.
Ver a Beleza das Montanhas, dos Campos, dos Mares, das Flores, dos
Pássaros e de todos os animais. – Enfim, - é preciso mais?
Sim, mais >
Sentir um impacto ao ver uma obra de ARTE.
Sentir, como nunca pude imaginar que existisse, por três vezes, uma emoção
indescritível.
Como a colisão de dois corpos de tamanhos incomensuráveis que se
chocam.
São frações de segundos que, por instantes,
perdemos o fôlego por essa
imagem deslumbrante,
rápida como um raio, dessa fascinação que fomos
contemplados, desse presente recebido.
Em três exposições, uma de Van Gogh,
outra de Portinari, outra Goya, no Museu do Prado.
Quando passamos por essa sensação
extraordinária. Essa sensação que não se pode traduzir em palavras, podemos
afirmar, definitivamente, não existir nada tão sublime e mágico como uma obra
de arte.
Quando sentimos, ao ouvir uma MÚSICA,
nossa alma sendo transportada para um mundo só nosso, onde podemos
realizar nossa criação.
Ou, ainda, no mundo da LITERATURA, onde,
por instantes, deixamos nosso mundo, passando a ser mais um personagem daquela
estória.
Uma das maiores criações já realizada está, sem dúvida, na rica e
maravilhosa LITERATURA.
Em sua graça, revela o mistério que
só tem semelhança com o mistério sublime da Natureza.
*Não
devemos perder as imagens e o nosso olhar, que recebemos como dádivas de nossos
sonhos e dos artistas de todos os tempos.
*Não
existe criação a partir do “zero”
*Vamos
deixar livres as nossas inspirações e desejos. Viandar todas as veredas e
trilhas na realização da criação.
Não
podemos aprisionar nossas inspirações nos limites das convenções. Não estar
preso - nunca - aos contínuos e persistentes “Estilos” – “Temáticas” “Escolas”
e, sobretudo, agradar a terceiros, ou ao sucesso em vendagens.
Se,
assim for, estaremos dando fim à nossa criação.
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Vemos aqui a maravilhosa Aconcágua, (Sentinela de Pedra Dura) realmente de pedra dura, mas, mesmo assim, de
uma beleza extraordinária.
Toda essa beleza admiramos e nos
perguntamos: como é possível essas pequenas
flores, de uma delicadeza de veludo mais puro, vencer barreiras, com sua força hercúlea
e procurar caminhos, por entre pedras, num desabrochar e numa explosão no
desejo de sua participação nesse cenário lindo da natureza?
Observamos, nessa grande sinfonia de
sons e imagens, uma estação única de primavera. Essa, orquestrada em sua morada pela
Deusa Natureza, criadora de todo o Universo, filha de Cronos, casada com Zeus,
tendo recebido o pré-nome de "Divina e Perfeita".
Há mistérios que fogem à nossa compreensão,
como às calamidades de toda ordem.
Mas, diz a Deusa Natureza: - “mesmo com a destruição e os crimes constantes e permanentes do homem em nossa natureza,
procuro manter o
equilíbrio do nosso Planeta Terra”.
Quando transportamos essa metáfora para
o ser humano, descobrimos a semelhança extremamente bonita entre a força e
beleza da flor e a sensibilidade em alguns seres humanos.
Tive, mais de uma vez, o prazer de
relacionar-me com trabalhadores que, ao primeiro olhar nos faz lembrar a
semelhança da pedra.
Vamos tomar como exemplo: Senhor Marques,
pedreiro, encanador, totalmente analfabeto, assinando em cruz.
Durante o seu trabalho, pude vê-lo e ouvi-lo, mais
de uma vez, empunhando sua marreta, - criando versos maravilhosos.
Muito senti, quando de certa vez,
fez uma
poesia muito bonita em homenagem ao Juscelino Kubitschek.
Infelizmente não
anotei.
Uma falha que sinto até hoje.
Quando admiramos pessoas dessa simplicidade e, muitas vezes,
pureza, -
somos levados a nos conduzir e aprender um pouco mais da vida.
Deixando de lado
a nossa arrogância e nossos ares intelectuais e sociais.
*Ao usar a vassoura o bom senso recomenda que,
ao varrer; -
pergunte a arrumadeira o melhor lado da vassoura.
Essa é a beleza de encontrarmos,
de
tanto em tanto,
na dureza do chão de pedra,
a sua companheira - à flor.
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