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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014




A Grande Guerra.

Vergonha e Horror!


Insensatez...

kikacastro






Se, nossos olhos permanecerem secos vendo essas imagens.
Se, nossa alma não derramar lágrimas por tanto sofrimento,

o melhor, muito melhor seria não ter nascido...





















luisaleilamonteiro



guerrasbrasilescola
















fernandajimenez

















arwyno6




universodosviajantes
















Eu e minha irmãzinha trotávamos por belos campos,

em nossos cavalinhos de pau, cobertos – sim - pelo tão lindo céu.







Estávamos sendo observados por dois cavaleiros.
Resolvi logo nomeá-los;
O alto e muito espigado, vi em seus olhos azuis a leveza da Fantasia - da Bondade - e o seu Sonhar.
Pude ver, também, um quê de melancolia - uma ponta de tristeza - no seu embate pela Realidade.
Dei-lhe o nome – “SONHADOR” – passando a ser meu Capitão.

Outro, o gordinho, com seu olhar simpático, pude ver, contudo, em seu semblante a dureza da Realidade.
Esse, para mim, seu nome passou a ser “VERO”.





013.Cri.co





Minha irmãzinha voltou para casa, queria ver nossa mãe.











Pedi ao meu Capitão Sonhador e a
seu ajudante Vero,
se podia fazer parte de seu exército...
-Respondeu ele – que sim – teria muito prazer em ter, em seu exército, um soldado tão valoroso e corajoso.

Eufórico com a aquiescência de meu Capitão,

Dei o grito de guerra!


 


Orgulhoso e altivo;
...como nunca me senti igual;
...Soberbo e brioso estava,
desejoso de mostrar ao meu Capitão, minha
 – sem par - coragem.

Meu corpo - todo  protegido pela armadura guerreira, tal qual um aguerrido medieval.

Meu sangue -   a correr pelo corpo   
...em total efervescência, 

como em estado febril estivesse,

Pronto para o embate, gritava;
Bravo...!
Bravo...!
...em minha destra! – meu escudo protetor;
...em minha sinistra - à espadinha de lata;
...em meu peito, a bandeira ao vento...
recebendo a brisa suave de - zéfiro - em seu alegre sorrir.

Montei em meu cavalinho de pau;
sentia-me Júlio Cezar, em toda sua majestade.
Bati em combate, com fúria que não imaginava ter;
punha por terra inimigos, num nunca acabar...
Nada via, em minha frente, que não fosse o desejo maior e  puro da justiça.





Meu Capitão - vendo crescer meu
Entusiasmo,
resolveu dar um fim.





Descemos dos nossos cavalinhos para um pequeno descanso,
ao lado do fogo quente e amigo.
Meu falar metido e frajola - era sobre guerra...!
guerra...! - sem parar.

Meu Capitão, com sua sabedoria de tanto viver, logo me deu uma pausa, acrescentando:

 


- Acho melhor, criança querida, 
parar com esse seu entusiasmo...

Narrando com toda sua autoridade, dizia ele;
- Em minha longa, longuíssima vida, já fui testemunha de  inúmeras 
de cenas de guerreiros. 
- Guerreiros cheios de heroísmo e bravura.
- Suas espadas em riste, ressoavam em vibrações  no compasso dos gritos de guerra - em proteção ao seu povo sofrido.

Traziam, sempre, a imagem da Bondade;
e do desprendimento;
A vibração em seus falares do patriotismo
e do bem querer.

- Vi, entre eles, - um - no trocar de seu Manto...

- Admirei a suntuosidade de seu manto, rico, disfarçando o Terror. 
- Manto que espelhava, em seu entrelaçar, o descaído, e o desgaste em sua trama pelo Bem Perdido.
- Pude ver, não mais o bem-querer, mas ... 

... Atrocidades
... Torturas;
... Ganâncias,
... Corrupções.

- Vi a desesperança em relembrar o que tanto já vira, 
- na repetição de outros - em meu caminhar.



- Vi a transformação do Bem para o Mau.
- Como um camaleão que serve a seus interesses.
Trazia a hipocrisia que muda de opinião, 
revelando o seu transformar em
Ditador e Carrasco semelhante a 
Besta-fera.

- Pelas ruas - via e ouvia o Clamor -  a doer na Alma.

-Meu amiguinho, em todos os recantos da terra, encontraremos sempre, um Déspota!

- Portanto, vou narrar, ainda, 
uma pequena história, esperando o seu mudar.




OCULTO

- Meu amiguinho.
- Preste atenção...! - Com muito carinho.
- Começou então sua narrativa:
-Tenho o poder - meu filho, de observar e estar oculto, 
  nos diferentes lugares.
- Desta feita - muito triste fiquei.

- Ao ouvi-la, espero que você acabe com essa bobagem, essa indecência e   essa imoralidade de guerra. Certo?
- Meu grande desejo é que a mocidade se rebele e acabe - de vez - 
  com essa falsidade.

Disse ele, ainda:
- De onde observava oculto, pode ver e ouvir:

Chamou logo minha atenção, como se,
uma cena teatral acontecesse.
Observei – triste e cheio de melancolia,  a seguinte cena:



O ANÚNCIO:


Entra o BOBO da corte e prenuncia aos brados:
Guerra...!
Guerra...!

Em seguida>




ASSEMBLÉIA – ALTA CORTE:




-Na soberba e magnífica sala de reuniões do palácio, pude acompanhar os Membros da Cúpula, e seus dizeres.


*POLÍTICA:
Representada pelo
AUGUSTO PRESIDENTE

*ECONOMIA:
Com seus Magnatas dos Bancos,. Construções, Petróleo
e mais e mais... 

*FORÇAS ARMADAS:

As Três forças







Toma a palavra o EXCELSO Presidente:
*Nome estranho!  
Mas não posso deixar de dizer seu nome;


Casquilho Melieiro, Neto.
Tendo sido seu avô um grande e ilustre político
Pessoa hábil, inteligente, de uma retidão sem par.
Sempre primou, em toda sua vida profissional,

Por uma política correta.


DIZ ELE:
- Nosso Maravilhoso País,
SUPËRBUS – o mais poderoso do mundo, declara GUERRA ao País
 Infërus.

- Estamos com um déficit muito grande em nossas finanças;
- Despenca - como o despencar de uma bola de aço ao rigor da gravidade.

GUERRA! - É o que proponho.  
- Não temos outra saída...
- A situação de nosso País, e a nossa em particular, não é nada boa.
-Tenho certeza que, com essa declaração de GUERRA, conseguiremos resolver todos os nossos problemas.
- Não só do Estado, mas - principalmente - os nossos.

- Estarei, ainda, com essa medida, estabelecendo a segura e garantida reeleição...
...Dando, assim, continuidade aos planos PATERNALISTAS e POPULARESCOS, ao SABOR do POVO - que, sempre foram  nossas armas.
- Nobres companheiros - da mais Honrada Estirpe -  nosso caminhar  para minha reeleição e para nosso Partido.

APLAUSOS...! BRAVO...! BRAVO...!
PALMAS A NÃO MAIS ACABAR...


Economia?
Seus grandes empresários se deliciando em orgasmos, pelas suas ações.
Vendo - já o crescer nas Bolsas de Valores, os bilhões, que se avizinham, chegando ao céu.
Já imaginavam, com ansiedade, a reconstrução que fariam de um país devastado.
Um banqueiro, pedindo a palavra, tristemente expunha sua preocupação aos presentes que, - seu Banco, nesse primeiro semestre, apresentara um lucro de NOVE BILHÕES, realmente  muito baixo.
- Os acionistas não estão nada satisfeitos.

As três Forças?
 Babavam no orgulho do patriotismo a ser realizado;
Seus arsenais limpos.
Felizes exclamavam!
- Necessitamos de mais e mais  armas!
Em seus ricos gabinetes já visualizavam,
em toda sua grandeza.
As medalhas de ouro, em forma de estrelas,
a relampejar - a cobrir todo seu corpo. Representando o heroísmo realizado na maior grandeza.

Terminada a explanação por Sua Nobre e Augusta Excelência.
Aos aplausos, todos os Membros dessa Egrégia e singular Reunião, em Unissonante concordância, aplaudem com todo louvor.

- Vamos brindar...!
 Brindar...!  Brindar...!
REPETIA O EXCELSO AUGUSTO, sem parar. 


  





...No tilintar das taças de cristal;









...explodiam, a bater no teto.
As rolhas francesas, da mais pura champagne, num inebriante... 
Nunca acabar...

Comemoram o grande feito – QUE A TODOS CONTEMPLA;







(...) Dizem que o farto não entende o faminto; todavia eu, Vania, acrescentarei que nem tampouco o faminto entende outro faminto.

Humilhados e Ofendidos - Dostoiéviski




Todos felizes como nunca;
 orgulhosos de suas ações e suas inteligências.
Já deslumbram;
*O Excelso, com sua reeleição;
*Os magnatas a admirar um céu infindo,
em todo o seu azul, com o  maior negócio do século!
Dizia ao seu colega ao lado
- ...tenho vontade de fechar um acordo, como  fez Dorian Grey,
Trocando, naturalmente - a aparência pelo dinheiro.
Não abro mão de ser, ainda, o homem mais rico do mundo.

*As armas, a limpar seus arsenais;


Meus bons amigos, Capitão Sonhador e, o bom e nobre Vero.
Perplexos exclamavam!
Repetiam... e repetiam... - como em transe estivessem...
... não acreditavam no que viam. 
Desvario dos
LOUCOS EM SEUS DEVANEIOS.





Diz meu Capitão, com seu oculto ver:
 – Deslumbro agora cenas, que não imaginava ver!


DECRETADO O CATACLISMO

No pobre País Infërus
Toda população gritava em histerismo>

- POR QUÊ?
Meu país em chamas, sem nada mais restar
 Senão o PÓ.

-POR QUÊ?
Massacrar meu MARIDO.

-POR QUÊ?
-  Trucidar meus FILHOS, que nada fizeram  para esses BÁRBAROS.

POR QUÊ?
- Nossos INIMIGOS, no renascer de seu viver se extinguem nessa barbárie

-POR QUÊ?
- Arrancar partes de seus corpos, seus braços;
suas pernas;
seus cérebros;
suas vidas -  num eterno fenecer;
-Suas Mortes “Bem Vindas” - por tanto sofrer.


Um país, no seu mostrar - só ENTULHO.

Nada mais restando, senão a Morte;
Morte que se findou até mesmo na sua ESPERANÇA;
O QUE MAIS RESTA???
Pelas ruas, pelas casas - nada mais vejo, senão a destruição e a figura da MORTE. 

TRISTE!  – É a Barbárie que não tem fim. Sempre e sempre por um pouco mais de dinheiro a vir.



Meu querido Sonhador pode ver, passados alguns dias, essa pequena - (quase nada)...população - restou.

 Andar pelas ruas, como uma procissão do
Senhor Morto.

- RÉQUIEM -

"AO FUNDO, O TRISTE TOCAR DOS SINOS"




- Uma Ladainha, a Martelar no Coração.

- Já nem sei... perdido estou...!

Vemos, no seu caminhar fúnebre de seres humanos, que já foram, um dia, vivos.
Um Fúnebre Coral no seu caminhar arrastado...
Seres humanos semimortos, num gemido, profundo e triste;

tristeza que só se sente - quando o mais NADA  EXISTE.





TRISTE! TRISTE! É ESSE MUNDO TÃO TRISTE...!

...Esse mundo tão pleno de belezas – sem fim.
Mundo que se torna sujo por tanta

INSENSATEZ e tanta BARGANHA...


Uma águia vermelha de sangue
Surgirá, qual conviva inesperado no teu banquete,
E, durante todo dia, despedaçar-te-á corpo,
Rejubilando, furiosa, com o que ainda de ti viver.
Edith Hamilton-Mitologia

Não chamar a si a tua dor e em vez de ti
Não descer onde o Sol se transmuta em trevas,
Às negras profundezas da morte

Edith Hamilton-Mitologia




Que acaba sendo... tanto!... e tanto!...
Que nem mesmo tempo para gastá-lo tem!

- Ai! – Minha criança, falou o Sonhador, eis que levado pela ansiedade da guerra não se realizar, um dos Magnatas sucumbiu.


Realizou-se, então:

FUNERAL MAGNIFICENTE

- Meu amiguinho, pena senti ver os COVEIROS, num gemendo Sem Parar.
Como condenados fossem, com suas correntes nos pés pelo peso DESCOMUNAL - que carregavam;
- Peso sentiam ali depositados se via.

 A Avareza, Egoísmo e Bilhões em dinheiro, guardados para novos negócios em seu novo Lar.

POBRES COVEIROS...!
Que ao carregar aquele ataúde tão belo; feito em 
rádica, das mais lindas rosas;

Trazendo detalhes em OURO, em toda sua lateral.
Em sua tampa, quatro flores de LIZ,
formando uma composição em CRUZ.
Tudo a mostrar, na PUREZA DO BRANCO a 
- "Nobreza-Ali-Estar" - o Sepultado -





HUMANO

Nova Assembléia ocorreu.

Alta cúpula para novas decisões.
- Pediu a palavra um dos integrantes, 
NEFAS HUMIL DOSO, JR. 
(Não me culpem pelo nome, os culpados são seus pais. Esse é um nome herdado de uma grande linhagem) - pessoa extremamente culta, e Humana.
Tinha como seu mais querido Mestre – Machiavelli.
- Proponho, a essa Nobilíssima Mesa, a aprovação de uma 
TRÉGUA de QUATRO HORAS na GUERRA.

Perplexos! - ficaram seus Nobres Pares. Todos acharam essa idéia disparatada e sem propósito.
Revoltados ficaram.

Nunca! Nunca! - Uivavam!

Explicar o HUMANO disse: 
com muita Propriedade, Paciência. explanou:

-Essa medida traria um bom olhar e a aprovação da imprensa Internacional, e de nosso povo. 

Mostrando o quanto HUMANOS somos com essa medida.

-Estaríamos, com essa trégua, mostrando nosso HUMANISMO, permitindo que a população de Infërus, pudesse conseguir alguma comida, algum socorro médico ou, ainda, na esperança de encontrar seus filhos ou  pertences em seus lares destroçados.

Aprovada foi por aclamação a proposta do Humano. 

Recebeu ele. como nunca em sua vida, tantos abraços, congratulações e, 
até mesmo - no entusiasmo maior, beijos pela brilhante idéia. 




Vendo o sofrimento de meu pobre Sonhador - senti em meu peito a dor batendo.
Pobre e nobre Senhor. Quanto é duro, no seu sonhar, sofrer o embate com essa realidade tão amarga e tão rude.
Sentir a tristeza de uma Realidade a quebrar seus Sonhos e suas Fantasias...
Belas eram - nada mais que belezas guardadas com tanto carinho.
-Hoje perdidas-


Eu, agora, sem graça, entendi a desgraça.
Fiz até mesmo uma sugestão aos meus mestres:




TROCADO O NOME DE GUERRA

Por que não, meu mestre Sonhador, não substituir o nome GUERRA?

Nome - RASSSCANNNTE - de difícil engolir,
Que ao passar pela nossa garganta, tem o gosto do FEL.

Por que não trocar esse nome, por um nome sonoro, bonito, de fácil falar.
Sentir a suavidade da água fresca, em pleno verão, sendo mesmo gostoso como o MEL - ao engolir.

HIPOCRISIA



PANDORA

Meu mestre Sonhador falou, ainda, de sua Esperança a não perder nunca.
E mais uma linda lição me ensinou...

- Lembre-se:

- É necessário ter, bem guardadinha, em nosso bolso, nossa caixinha de
Pandora.
- Vejo-a, vez ou outra com certa tristeza, ao sentir seu desgaste, e, até mesmo, um pouco do bolor, pelo seu tempo já viver.
- Repito, sendo eu teimoso e pouco credo - insisto - em ter comigo; ver e acreditar, nessa tão bem guardada - seu único bem - 
a ESPERANÇA que lá está.







Senão Observe:

(...) – Da caixa brotaram, em torrentes, inúmeras pragas, tristezas e males para a humanidade. Aterrorizada, Pandora apressou-se a fechar a caixa – mas, infelizmente já era tarde demais. Apesar de tudo, algo de bom lá ficou dentro – a Esperança –, o único bem que o cofre continha entre tantos males, e esse ainda hoje continua a ser o único conforto da humanidade nos momentos de infortúnio. (...)
Edith Hamilton.Mitologia





O FIM DA TRÉGUA e E - QUASE... O FIM DE TUDO

Terminado o prazo, que o GENEROSO HUMANO propôs, de quatro horas, - segue o horror.
Petrificados, horrorizados.
Um enorme cataclismo se dava a destruir a Terra, com a fúria de um apocalípse.

Meu Deus...! Meu Deus...! Quanta destruição e mortandade;
Homens, mulheres, crianças e animais massacrados.  
...Virarem pó.
Criaturas humanas, em farrapos, a andar, sem rumo pelas ruas como Zumbis.


Clamar...! E Clamar...!

- Meu bom e querido menino, que tanto aprendi a gostar.
Deixo minha esperança em sua Juventude,
a não perder a pequena chama – QUASE NO APAGAR - 













...tal qual Fênix,  
ao sair das cinzas 
para um 
novo Viver.












No Encerrar das Cortinas,
Deixo, como meu último e derradeiro falar:


A ESPERANÇA  EM SUA JUVENTUDE, que é o meu mais bem querer.




Vem agora em minha lembrança, uma obra tão humana e rica:

“Recordações da Casa dos Mortos”

VIVOS SEM VIDA, e
MORTOS QUE NÃO FORAM ENTERRADOS.
Dostoiévski



Permito-me, meu pequeno menino, ampliar essas tão graves cenas do Romance, para uma dimensão maior,

MORTOS...! MORTOS...! 
e DOS VIVOS... MORTOS...!



Espero ter mudado o seu pensar,
Continue guerreiro como já o vi ser;
Lembrando que a sua 
“Guerra” 
– OUTRA SERÁ - 


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