Social
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Como é bom na DESESPERANÇA receber o abraço
da Menina e da Flor.
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BASTA! BASTA! -
ATÉ QUANDO? - Nesse mundo
cheio de
MENTES DOENTIAS
veremos a prática
de ATROCIDADES?
Até Quando...?
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À medida que o
conhecimento aumenta,
o espanto se aprofunda
Charles Morgan
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Por quê? - Quem deu direito à ÁGUIA,
com seu PODER nas GARRAS
e sua FEROCIDADE,
dominar os mais
fracos ?
A Natureza,
SIM...
As Nações, NÃO!
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Merecia esse homem, a MEDALHA ESTAMPADA em
seu PEITO?
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135x110 - (Ano ?)
Terra Livre!!! -
Que escorre de nossas mãos, simboliza a eternidade do LIVRE PENSAR e
EXPOR, que nos levará, com certeza, ao nosso crescimento.
Obra: Museu de Skopje-Macedônia(Jura)
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135x110 (Ano ?)
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180x115-1975
...apocalípse!
Sonho Extinto e Triste!
Somos impulsionados
pela Criança e pela Flor.
Exterminados
somos, pelos
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Três
Cavaleiros do Apocalípse.
Aqui temos o “3”
com o significado de Caos e Desordem;
Do equilíbrio
para o Bom – ou para o Mau.
Sendo aqui
para o Mau:
... Guerra que
trás a Peste ...!
... A Peste
que trás a Fome ...!
... A Fome que
trás a Morte ...!
Esses – orquestrando
– como Guerreiros Vitoriosos;
Dão início aos
seus desejos “Patrióticos”!
Lançando os
cogumelos atômicos
da Destruição,
da
Desesperança e
do nada mais
Existir...
OS DEUSES e os MORTAIS:
(...) Surgira, primeiramente, uma raça de
oiro, que, embora mortal, vivera como os deuses, sem tristezas, sem labutas e
sem sofrimento (...) Após terem efetuado as experiências desejadas com o oiro,
passaram a optar pela prata. Esta segunda raça de prata, contudo, era muito
inferior. Os seres eram destituídos de inteligência que não podiam passar sem
se injuriarem uns aos outros, e para estes chegou também, um dia, o fim. (...)
A raça que se lhe seguiu foi a do bronze: os homens eram terríveis,
tremendamente fortes; amavam a guerra e a violência de tal maneira que acabaram
por se destruir completamente e sucumbir às próprias mãos. Posteriormente,
porém, surgiu uma recompensa: uma esplêndida raça de heróis semelhantes aos
deuses, protagonistas de combates vitoriosos de modo tão retumbante que, desde
então, as suas famosas aventuras nunca deixaram de ser cantadas e narradas.
Acabaram por se retirar para as ilhas dos bem-aventurados, onde vivem felizes
para sempre.
A quinta raça (...) a do ferro. vivem numa
época difícil, cheia de perigos; a sua própria natureza caracteriza-se também
pelo mal.(...) À medida que as gerações se sucedem, vão-se tornando cada vez
piores; os filhos são sempre inferiores aos pais. Há-de chegar o dia em que o
poder será venerado acima de tudo e o bem deixará de ser respeitado. Por fim,
quando o homem já nem sequer for capaz de se opor ao mal, quando se sentir
perfeitamente indiferente na presença de um miserável qualquer, então Zeus
destruí-lo-á também. E, no entanto, mesmo nesse momento derradeiro, ainda
poderia fazer-se qualquer coisa - caso as populações, de um modo geral,
quisessem enfrentar os governantes que as oprimem e destituí-los muito pura e
simplesmente.
A Mitologia (Edith Hamilton)
"O grifo é meu"
"O grifo é meu"

































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